ETFs de Ethereum captam US$ 713 milhões na semana e encostam nos US$ 884 milhões do Bitcoin
Resumo de mercado por IA
Os ETFs spot de ETH dos EUA registraram US$ 713 milhões em entradas semanais, a maior marca em ~10 meses e próxima aos US$ 884 milhões dos ETFs de BTC, sinalizando uma ampliação da demanda institucional para além do Bitcoin. O ETHA da BlackRock liderou os fluxos, enquanto os volumes em ambos os conjuntos de ETFs mais do que triplicaram, reforçando um posicionamento pró-risco. A queda dos rendimentos dos Treasuries e um ambiente regulatório mais favorável são citados como catalisadores, sugerindo uma mudança de sentimento mais duradoura em direção a alocações cripto multiativos.
Nível de impacto
● Alto
Ativos afetados
ETH/USDT+0.06%
Insight de IA · ETH/USDTInsight de IA
▲ Altista
Negociar agora
⚠️ Os insights gerados por IA são baseados em conteúdo de notícias e fornecidos apenas para fins informativos. Eles não constituem aconselhamento de investimento nem representam as opiniões da BingX. Investir envolve riscos. Negocie com responsabilidade.
Os ETFs à vista de Ethereum nos EUA ganharam tração e reduziram a distância para os produtos de Bitcoin. Na última semana, os fundos de ETH registraram entrada líquida de US$ 713 milhões, bem perto dos US$ 884 milhões direcionados aos ETFs de Bitcoin no mesmo período.
O volume semanal de captações dos ETFs de Ethereum é o mais forte em cerca de dez meses, recuperando um ritmo semelhante ao observado por volta de outubro de 2025. Já os ETFs de Bitcoin somaram US$ 884 milhões na semana, e o fluxo combinado dos dois segmentos ficou entre os maiores para uma única semana desde aquele mesmo período de outubro de 2025.
Do lado do Ethereum, a liderança veio do iShares Ethereum Trust, da BlackRock (ETHA). Em um único dia em meados de agosto, o ETHA sozinho absorveu mais de US$ 122 milhões em entradas. No Bitcoin, o equivalente da gestora, o iShares Bitcoin Trust (IBIT), também concentrou a maior parte dos fluxos em várias sessões.
No auge da semana de captações, os volumes de negociação dos dois tipos de produto mais do que triplicaram em relação a períodos anteriores.
Em patrimônio sob gestão, a assimetria permanece ampla. Os ETFs de Bitcoin somam aproximadamente de US$ 96 bilhões a US$ 100 bilhões em AUM, enquanto os ETFs de Ethereum ficam na faixa de US$ 13 bilhões a US$ 15 bilhões.
Duas forças macroeconômicas têm sustentado o movimento. A queda dos yields dos Treasuries levou investidores em busca de rendimento a reavaliar a alocação de risco. O ambiente regulatório também melhorou, facilitando que gestores que estavam fora do mercado defendam a inclusão de cripto em portfólios balanceados.
No mercado à vista, o Bitcoin chegou a flertar com US$ 80.000 no período, enquanto o Ethereum voltou a superar US$ 2.500. No início de 2026, o quadro era oposto: saídas líquidas dominaram, com ETFs de Bitcoin e Ethereum perdendo patrimônio diante da incerteza macro e de menor apetite por risco.
A virada em agosto foi forte a ponto de gestores descreverem o movimento como mudança real de sentimento, e não apenas um repique tático. Uma semana de US$ 713 milhões em ETH frente a US$ 884 milhões em BTC sugere que parte dos compradores institucionais já trata o Ethereum como alocação principal, não apenas como posição satélite.
A primeira onda de investimento cripto regulado foi, na prática, uma história centrada em Bitcoin. A segunda começa a se desenhar como multiativos, com o Ethereum se firmando como o segundo pilar.