ETFs de Bitcoin à vista nos EUA registram entrada líquida de US$ 101,1 milhões em 2 de setembro e revertem saída de US$ 236,5 milhões

Resumo de mercado por IA
Os ETFs spot de Bitcoin dos EUA voltaram a registrar entradas líquidas em 2 de setembro (+US$ 101,1 milhões) após os -US$ 236,5 milhões da sessão anterior, sinalizando uma rápida mudança no posicionamento institucional. O IBIT, da BlackRock, impulsionou a reversão com US$ 115,4 milhões em entradas, enquanto o GBTC, da Grayscale, continuou a registrar resgates relevantes (-US$ 56,2 milhões). O movimento coincidiu com a redução dos temores de aperto monetário pelo Fed e a melhora do apetite por risco, sustentando o sentimento mais amplo do mercado cripto.
Nível de impacto
● Alto
Ativos afetados
BTC/USDT+4.28%
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▲ Altista
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Os ETFs de Bitcoin à vista negociados nos Estados Unidos voltaram ao campo positivo em 2 de setembro, com entrada líquida de US$ 101,1 milhões, após a categoria ter registrado saída líquida de US$ 236,5 milhões na sessão anterior. Os dados, divulgados pela OnchainLens, indicam uma virada expressiva de um dia para o outro na demanda institucional por exposição ao Bitcoin via veículos regulados. No recorte por fundo, o iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, liderou a recuperação ao captar US$ 115,4 milhões no dia. O número supera o saldo líquido da categoria, o que sugere que as compras do IBIT compensaram a pressão vendedora observada em outros produtos. Já o Grayscale Bitcoin Trust (GBTC) seguiu como ponto de saída, com resgates de US$ 56,2 milhões, mantendo o padrão de fluxo negativo mesmo com melhora do sentimento. Pelo resultado agregado de US$ 101,1 milhões, os demais ETFs além de IBIT e GBTC teriam contribuído com cerca de US$ 41,9 milhões em entradas líquidas. O dado é consistente com relatos de fluxos positivos para veículos como o mini trust da Grayscale, o MSBT da Morgan Stanley e o BITB da Bitwise, embora não tenham sido informados números detalhados por fundo além de IBIT e GBTC na base verificada. A concentração do movimento ficou evidente: a captação de US$ 115,4 milhões do IBIT equivaleu a 114,1% do fluxo líquido total da categoria em 2 de setembro, reforçando que o fundo da BlackRock foi o principal motor da reversão ao absorver saídas do GBTC e de produtos menores. O padrão repete o peso desproporcional do IBIT na sessão anterior, quando, conforme a cobertura do fluxo de 1º de setembro, o fundo respondeu por 85,1% do movimento negativo. A variação entre sessões foi de US$ 337,6 milhões (de -US$ 236,5 milhões para +US$ 101,1 milhões), ilustrando a rapidez com que o posicionamento institucional pode mudar no ambiente atual. Em perspectiva, um relatório anterior apontou que os ETFs de Bitcoin à vista captaram aproximadamente US$ 3,5 bilhões em agosto, o maior fluxo mensal desde julho de 2025, o que coloca a volatilidade do início de setembro após um período de acumulação mais sustentada. No pano de fundo macro, a melhora dos fluxos em 2 de setembro ocorreu em meio a relatos de que comentários do diretor do Federal Reserve, Christopher Waller, ajudaram a reduzir preocupações com uma postura monetária ainda mais agressiva, favorecendo o apetite por risco. O Bitcoin voltou a superar US$ 80.000 junto da retomada de entradas nos ETFs, com fortalecimento também no restante do mercado cripto. Até o momento da publicação, não havia declarações formais de emissores ou reguladores sobre os fluxos. Dados de sessões subsequentes, citados em pesquisa na internet, sugerem que a demanda por ETFs permaneceu firme além de 2 de setembro, embora este texto trate apenas dos números verificados dessa data. No momento da redação, o Bitcoin era negociado a US$ 80.751, alta de 3,60% em 24 horas, com valor de mercado aproximado de US$ 1,62 trilhão e volume negociado em 24 horas de US$ 40,40 bilhões. A recuperação de preço coincide com a normalização dos fluxos observada em 2 de setembro. Fonte: OnchainLens · Publicado pela equipe Markets Desk da CoinsProbe