Avaliação da Revolut chega a US$ 115 bilhões e fintech vira a startup mais valiosa da Europa
Resumo de mercado por IA
A avalia'c'a'o' privada reportada de US$ 115B da Revolut e o forte crescimento do lucro destacam o apetite cont'i'nuo dos investidores por plataformas fintech escaladas na Europa. No entanto, a menor receita por cliente em compara'c'a'o' com os incumbentes, a penetra'c'a'o' limitada em cr'e'dito e os riscos regulat'o'rios/operacionais em andamento (multa de AML, viola'c'a'o' de dados) moderam o sinal para mercados mais amplos. A not'i'cia 'e' mais relevante para o sentimento de fintechs privadas do que para ativos p'u'blicos l'i'quidos, com impacto cruzado entre classes de ativos limitado no curto prazo.
Nível de impacto
● Baixo
Ativos afetados
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A Revolut passou a ser a startup mais valiosa da Europa, com avaliação privada de US$ 115 bilhões, segundo a Reuters. O valor supera o de bancos tradicionais como o britânico Barclays e o francês Société Générale.
A empresa informou lucro antes de impostos de £1,7 bilhão em 2025 (cerca de US$ 2,2 bilhões), em forte alta anual. A base já soma 80 milhões de clientes. A fintech acelera a expansão para mercados como México e Austrália e segue buscando novas licenças.
Apesar do avanço, a Revolut ainda enfrenta obstáculos. A receita por cliente continua bem abaixo da observada em bancos tradicionais. A carteira de crédito segue limitada: a relação empréstimos/depósitos é de apenas 6%, muito distante dos 55% do HSBC. A companhia também encara concorrência intensa nos EUA. No campo regulatório e operacional, a Revolut já foi multada na Lituânia por falhas em controles contra lavagem de dinheiro e, recentemente, registrou um vazamento de dados de clientes.
Analistas apontam que elevar a adoção das contas principais e ampliar a operação de crédito devem ser as prioridades da próxima etapa de crescimento.