Franklin Templeton deve alocar US$ 2,6 bi do BENJI em ETFs e fundos mútuos
Resumo de mercado por IA
A Franklin Templeton planeja incorporar seu fundo de mercado monetário tokenizado BENJI em ETFs e fundos mútuos como uma posição ou colateral em cerca de US$ 2,6 bilhões, viabilizado por uma carta de não-ação da SEC. Este é um passo notável para tornar o caixa tokenizado mais comum para gestão de colateral e liquidez, reforçando a adoção institucional de trilhos de liquidação onchain. No curto prazo, isso sustenta o sentimento de "risk-on" em relação à tokenização e à infraestrutura cripto relacionada.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
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▲ Altista
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Segundo a ChainCatcher, a gestora Franklin Templeton pretende incluir seu fundo de mercado monetário tokenizado, o Franklin Onchain U.S. Government Money Fund (BENJI), como ativo em carteira ou como colateral em ETFs e fundos mútuos, abrangendo cerca de US$ 2,6 bilhões em ativos. A estrutura pode estrear já no quarto trimestre.
A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) emitiu uma carta de não ação que permite o formato, autorizando os fundos da Franklin Templeton a utilizar o BENJI para gestão de caixa e fins de garantia, condicionada à aprovação do conselho de administração de cada fundo.
A empresa administra atualmente mais de 130 ETFs, com aproximadamente US$ 82 bilhões em ativos em ETFs, e cerca de US$ 790 bilhões em ativos em fundos mútuos. A Franklin Templeton já distribuiu seu fundo tokenizado por meio de carteiras digitais e planeja lançar novos produtos tokenizados para ampliar o uso de caixa e colateral em sua linha de fundos.
O mercado total de ativos tokenizados já ultrapassa US$ 38 bilhões.