Flex capta US$ 70 milhões para desenvolver infraestrutura de stablecoins para bancos de empresas
Resumo de mercado por IA
A rodada de US$ 70 milhões da Flex, a uma avalia""o de aproximadamente US$ 1,2 bilh"o, para construir trilhos de banking corporativo baseados em stablecoin sinaliza a acelera""o da institucionaliza""o de pagamentos atrelados ao d"lar. Uma abordagem com foco primeiro em compliance e um ritmo acelerado de capta""o refor"am a vis"o de que fintechs reguladas est"o implementando stablecoins como infraestrutura central de pagamentos, em vez de produtos especulativos de exchange. No curto prazo, isso sustenta narrativas mais amplas de ado""o de pagamentos cripto e pode elevar o sentimento em rela""o aos principais ativos cripto.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
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▲ Altista
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A Flex, fintech sediada em San Francisco, concluiu uma rodada de financiamento de US$ 70 milhões liderada pela Halo Fund, elevando sua avaliação para cerca de US$ 1,2 bilhão. Os recursos serão direcionados à construção de infraestrutura de stablecoins para serviços bancários corporativos, apostando que tokens atrelados ao dólar podem funcionar como base operacional dos pagamentos entre empresas, e não apenas como mais um produto cripto negociado em corretoras.
A operação praticamente dobrou o valuation da companhia. Com isso, a Flex soma US$ 180 milhões em capital próprio captado e conta ainda com US$ 300 milhões adicionais em linhas de dívida para sustentar suas operações. Para uma empresa que havia levantado uma Série B de US$ 60 milhões apenas sete meses antes, a escalada é significativa.
De fintech a trilhos de stablecoin
No início de 2025, a plataforma já administrava mais de US$ 1 bilhão em volume anualizado de pagamentos. Com o novo aporte, a Flex passa a lançar recursos nativos em stablecoins, incluindo cartões com prazo líquido de 60 dias (net-60) e funcionalidades para simplificar pagamentos transfronteiriços.
A liderança tem histórico forte no sistema financeiro tradicional. Shadman Ahmed, um dos principais executivos, trabalhou anteriormente no JP Morgan e no Citi. Esse perfil reforça a estratégia da empresa de priorizar conformidade regulatória, buscando se posicionar como uma infraestrutura de stablecoins acessível a instituições reguladas.
A sequência de captações também chama atenção. Em dezembro de 2025, a Flex levantou uma Série B de US$ 60 milhões liderada pela Portage Ventures. Três meses depois, em março de 2025, garantiu US$ 225 milhões em financiamento combinado de dívida e equity. Agora, quatro meses após esse movimento, adiciona mais US$ 70 milhões a um valuation de unicórnio. No total, foram cerca de US$ 355 milhões em financiamentos em menos de um ano.