Diretor do FBI anuncia apreensão de mais de US$ 15 bilhões em criptoativos na Operação Blackout
Resumo de mercado por IA
O diretor do FBI, Kash Patel, afirmou que a Operação Blackout apreendeu mais de US$ 15 bilhões em criptoativos, encerrou mais de 500 sites fraudulentos de investimento e levou a centenas de prisões. A escala reforça a intensidade da repressão contra fraudes viabilizadas por cripto, o que pode sustentar a confiança em plataformas legítimas, mas também elevar o risco percebido de regulamentação e vigilância. A divulgação limitada sobre métodos de avaliação e cronograma introduz incerteza sobre quanto do suprimento apreendido poderia eventualmente chegar aos mercados.
Nível de impacto
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O diretor do FBI, Kash Patel, afirmou que a Operação Blackout, voltada ao combate de redes globais de golpes, segue em andamento. Segundo ele, as forças de segurança já apreenderam mais de US$ 15 bilhões em criptoativos, derrubaram mais de 500 sites de investimento fraudulentos e prenderam centenas de suspeitos.
Em uma publicação nas redes sociais, Patel disse que a iniciativa foi lançada sob a liderança do presidente dos EUA, Donald Trump, com o objetivo de desmantelar a "indústria global de fraudes". Ele afirmou que a operação também desarticulou dezenas de bases de golpistas, derrubou milhões de contas ligadas a esquemas, libertou milhares de vítimas de tráfico humano e alertou mais de 10.000 americanos antes que perdessem dinheiro. De acordo com a estimativa do FBI, esses avisos ajudaram a evitar perdas superiores a US$ 500 milhões.
"Não estamos mais apenas indo atrás de golpistas. Estamos desmontando as redes que lucram com eles", afirmou Patel.
O diretor do FBI não detalhou o método usado para avaliar o valor dos criptoativos apreendidos nem informou o período a que se referem os resultados divulgados.
Publicação provoca debate
A declaração gerou reações divididas. Parte dos usuários elogiou a ofensiva e destacou o impacto humano por trás dos números. Outros cobraram mudança de foco do bureau para ameaças domésticas. Também houve críticas ao governo americano: alguns acusaram as autoridades de hipocrisia, e uma usuária relatou que o padrasto teria perdido uma quantia significativa ao cair em um esquema de investimento.
Em maio de 2026, o FBI já havia informado aquela que classificou como a maior apreensão de criptoativos da história, de US$ 8 bilhões, também atribuída à Operação Blackout. Na ocasião, o principal alvo citado foi Chen Zhi, CEO da Prince Holding Group, com sede no Camboja.