ETF IBIT da BlackRock ultrapassa 765 mil BTC com rali semanal de 20% do Bitcoin
Resumo de mercado por IA
O forte ganho semanal do Bitcoin é reforçado por entradas robustas e amplas nos ETFs spot dos EUA, lideradas pelo IBIT da BlackRock, que detém mais de 765.000 BTC. A redução do limite de conversão in-kind para US$ 1M melhora a infraestrutura institucional para converter BTC em cotas de ETF sem vendas no mercado, sustentando a demanda estrutural. Preocupações de segurança em torno da autocustódia (por exemplo, manchetes sobre ataques a carteiras) podem ainda deslocar detentores para ETFs, apertando a oferta líquida.
Nível de impacto
● Alto
Ativos afetados
BTC/USDT-0.32%
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▲ Altista
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Segundo a ME News, até 26 de agosto (UTC+8), o Bitcoin acumulou alta de cerca de 20% na semana e voltou a superar US$ 80.000 pela primeira vez desde maio. Robbie Mitchnick, chefe de Ativos Digitais da BlackRock, afirmou que o ETF à vista de Bitcoin da gestora, o IBIT, deve continuar ganhando escala à medida que a empresa amplia o acesso e os canais de alocação para investidores que buscam exposição ao ativo.
A BlackRock reduziu de US$ 25 milhões para US$ 1 milhão o valor mínimo para que investidores possam trocar Bitcoin diretamente por cotas do IBIT. Com esse mecanismo, investidores qualificados convertem suas posições em BTC em cotas do ETF sem precisar vender no mercado, o que pode evitar a incidência de imposto sobre ganhos de capital decorrente da alienação do ativo.
Desde o lançamento, o IBIT tornou-se o ETF de crescimento mais rápido em diferentes faixas de patrimônio. Atualmente, o fundo detém mais de 765.000 bitcoins, avaliados em aproximadamente US$ 60 bilhões. Mitchnick acrescentou que riscos do mundo real, como sequestros, ataques de ransomware e falhas de custódia, têm levado parte dos detentores de Bitcoin a migrar total ou parcialmente ativos mantidos em autocustódia para ETFs. Ataques recentes a determinadas carteiras de hardware Coldcard aumentaram a preocupação do mercado com a segurança da autocustódia.
Dados indicam que os 13 ETFs americanos de Bitcoin à vista, liderados pelo IBIT, registraram o maior volume de entradas semanais em quase 10 meses. Pesquisadores da Talos observaram que a recente valorização de 23% do Bitcoin e a maior volatilidade estão entre as mais altas da história, padrão que costuma anteceder retornos acima da média no curto e médio prazo. Diferentemente do rompimento de maio, que ocorreu sem demanda puxada por ETFs e acabou revertendo, a alta atual conta com pressão estrutural de compra que não era vista anteriormente. (Fonte: ChainCatcher)