BlackRock reduz para US$ 1 mi o piso para converter BTC em cotas do IBIT; Bitwise corta para US$ 30 mi
Resumo de mercado por IA
A BlackRock reduziu o limite mínimo para criação in-kind na conversão de BTC em autocustódia em cotas do IBIT de US$ 250M para US$ 1M, enquanto a Bitwise reduziu seu limite de US$ 1B para US$ 30M. Mínimos mais baixos ampliam o acesso para grandes detentores e intermediários, melhorando a eficiência da criação de ETFs e potencialmente aumentando a capacidade de entrada de fluxos em ETFs à vista. A eficiência tributária da criação in-kind (evitando uma venda tributável imediata) reforça ainda mais os incentivos à adoção institucional.
Nível de impacto
● Alto
Ativos afetados
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▲ Altista
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A BlackRock reduziu de forma expressiva o valor mínimo exigido para que investidores convertam diretamente BTC mantido em autocustódia em cotas do ETF à vista de bitcoin IBIT. O limite caiu de US$ 250 milhões para US$ 1 milhão. A Bitwise também diminuiu o seu piso de conversão, de US$ 1 bilhão para US$ 30 milhões.
A operação ocorre por meio de "criação in-kind", na qual o investidor entrega BTC e recebe cotas do ETF, sem precisar vender o ativo e recomprar o fundo no mercado. Com isso, evita-se o acionamento imediato de impostos sobre ganho de capital que seriam gerados em uma venda.
Robbie Mitchnick, chefe de Ativos Digitais da BlackRock, afirmou que o IBIT já realizou mais de US$ 5 bilhões em conversões desse tipo até agora, ante US$ 3 bilhões em outubro do ano passado.