ETF de staking de Solana da Bitwise alcança US$ 100 milhões em volume diário com AUM perto de US$ 770 milhões

Resumo de mercado por IA
O ETF de staking de Solana da Bitwise (BSOL), registrando quase US$ 100 milhões em volume diário e ampliando o AUM para cerca de ~US$ 770 milhões, sinaliza forte demanda por exposição cripto regulada e com rendimento. O staking integral das posições, além de uma isenção introdutória de taxa, reduz atritos em relação a trackers à vista, apoiando a participação institucional. Planos para explorar a tokenização on-chain de cotas do ETF poderiam ampliar o acesso e a liquidez, se implementados, reforçando os fluxos ligados à Solana no curto prazo.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
SOL/USDT+8.39%
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▲ Altista
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O Bitwise Solana Staking ETF (BSOL) registrou quase US$ 100 milhões em volume negociado em um único dia, sinalizando o avanço da demanda, tanto institucional quanto de varejo, por produtos cripto focados em geração de rendimento. Listado na NYSE Arca, o BSOL não se limita a replicar o preço do SOL: o fundo faz staking de 100% das posições, combinando exposição à Solana e recebimento de recompensas de staking em um veículo regulado. A proposta, reforçada por uma taxa de administração de 0,20%, tem encontrado forte tração. Desde a estreia, o ritmo se manteve. No lançamento, em 28 de outubro de 2025, o BSOL movimentou entre US$ 55,4 milhões e cerca de US$ 69,5 milhões no primeiro dia. O patrimônio sob gestão (AUM) evoluiu ainda mais rápido: o fundo começou com aproximadamente US$ 217 milhões, superou US$ 500 milhões em novembro de 2025 e avançou para cerca de US$ 760 a US$ 770 milhões. A Bitwise também adotou uma estratégia agressiva de custos no início. A gestora zerou a taxa de patrocinador de 0,20% sobre os primeiros US$ 1 bilhão em ativos por um período introdutório de três meses, reduzindo o custo efetivo de entrada para os primeiros investidores. O componente de rendimento adiciona um diferencial relevante. Historicamente, as recompensas de staking de SOL ficaram em torno de 7%, criando uma fonte de retorno adicional para quem já busca exposição a ativos digitais. A tokenização também entrou no radar. Em 13 de agosto de 2026, a Bitwise informou que estudaria a tokenização das cotas do BSOL por meio de uma parceria com a Superstate. Se implementada, a iniciativa permitiria que as cotas existissem on-chain, com potencial de ampliar liquidez e acesso além dos canais tradicionais de corretoras usados por ETFs. A parceria com a Superstate, por enquanto, segue em fase exploratória. Embora o mercado de produtos ligados à Solana esteja mais concorrido, o BSOL encontrou seu espaço ao unir rastreamento de preço e staking. Um yield anualizado em torno de 7%, ainda que variável, sustenta uma tese de renda que ETFs puramente indexados ao preço não oferecem. Com o AUM próximo de US$ 770 milhões e o patamar de US$ 1 bilhão no horizonte, a janela de isenção de taxa vai se estreitando. Quem pretende aproveitar o período de custo zero tem menos tempo antes de a taxa de 0,20% voltar a ser aplicada.