Seul volta a comprar ouro 13 anos após abandonar estratégia

Resumo de mercado por IA
O Banco da Coreia retomará as compras de ouro físico pela primeira vez desde 2013 e também adicionou ETFs de ouro, reforçando o acúmulo contínuo pelos bancos centrais. Embora o ritmo planejado (cerca de 4–5 toneladas/ano) seja deliberadamente modesto em comparação com as reservas existentes, a medida adiciona demanda estrutural incremental e sinaliza confiança renovada no ouro como diversificador de reservas em meio às compras recordes de bancos centrais no 2º trimestre reportadas pelo World Gold Council.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
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▲ Altista
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O Banco da Coreia (@bok_hub) retomará a compra de ouro físico pela primeira vez desde 2013. Naquele ano, a instituição interrompeu as aquisições depois de ser alvo de críticas públicas por ter comprado 90 toneladas perto do pico de 2011. Segundo números do Korea Economic Daily, essas mesmas barras hoje valem cerca de US$ 11,8 bilhões, ante os US$ 4,7 bilhões pagos. O banco também aumentou discretamente a exposição ao metal ao incluir ETFs de ouro no último trimestre. O retorno foi desenhado para ser contido: as compras ficarão restritas a ouro refinado no mercado doméstico, em um ritmo de aproximadamente 4 a 5 toneladas por ano. Com isso, as reservas devem mudar pouco a partir do nível atual de 104,4 toneladas. A decisão ocorre em um momento de forte demanda institucional. De acordo com o World Gold Council, os bancos centrais compraram um volume recorde de 288,9 toneladas no 2º trimestre.