Navios enfrentam incerteza no Estreito de Ormuz, e recuperação do petróleo perde força
Apesar de um acordo preliminar prever a reabertura do Estreito de Ormuz, o Irã impôs condições de passagem, como exigência de seguro e a adoção de uma rota específica, enquanto o risco de minas e a possível invalidação de apólices elevam a cautela. Uma transmissão atribuída à Guarda Revolucionária do Irã afirmou que o estreito voltaria a ser fechado após a retomada dos combates entre Israel e o Hezbollah no Líbano. O volume de petroleiros que cruzou a via alcançou o maior nível desde junho, mas entidades do setor alertam que o risco à navegação permanece elevado. Por ali passa cerca de 20% do petróleo do mundo, e a incerteza afeta a estabilidade do fornecimento.