KeyBanc recomenda venda de Apple e fixa preço-alvo de US$ 250, com potencial de queda de 19%
Resumo de mercado por IA
O terceiro trimestre fiscal da Apple superou as expectativas, mas o resultado mascarou uma rentabilidade subjacente mais fraca após excluir um reembolso de tarifas de US$ 0,11 por ação. A administração destacou restrições de oferta, ventos contrários de câmbio e custos de memória mais altos, enquanto a KeyBanc argumenta que aumentos de preços e subsídios menores das operadoras podem alongar os ciclos de atualização, pressionar as unidades de hardware (não iPhone -15% a -25%) e, eventualmente, desacelerar o crescimento de Serviços. A avaliação elevada em relação ao histórico amplifica a sensibilidade a qualquer desaceleração do crescimento.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
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A Apple divulgou o balanço do terceiro trimestre fiscal de 2024, com lucro por ação (EPS) de US$ 2.02 e receita de US$ 109.42 bilhões, acima do consenso de mercado. No entanto, o EPS incluiu um benefício de US$ 0.11 por ação ligado a reembolsos de tarifas, o que reduz a força do resultado ao se excluir esse efeito. O analista Brandon Nispel, do KeyBanc, estima que os embarques de hardware não relacionado ao iPhone podem cair 15% a 25% na comparação anual e vê a ação negociando a 37 vezes o EPS do FY2027, acima da média de três anos. Por isso, ele atribuiu recomendação Underweight (venda), com preço-alvo de US$ 250, o que implica 19% de queda.