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EUA atacam cerca de 100 alvos iranianos e miram capacidade de ameaçar navegação no Estreito de Hormuz
As Forças Armadas dos EUA atacaram, na terça-feira, cerca de 100 alvos no Irã, com foco em destruir capacidades de radar, lançamento de minas e mísseis antinavio. Autoridades disseram que a operação busca enfraquecer a capacidade iraniana de ameaçar a navegação no Estreito de Hormuz. Segundo esses oficiais, o nível de ameaça pode cair por pelo menos um mês, e cerca de 40 embarcações atravessaram o estreito com segurança no dia dos ataques. Avaliações de mercado apontam que o risco de interrupções de oferta no curto prazo diminuiu.
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Ueda, do Banco do Japão, evita comentar apostas do mercado em alta de juros em setembro
O presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda, não rechaçou a precificação do mercado para uma alta de juros em setembro, o que investidores interpretaram como uma aceitação das atuais expectativas de aperto. Ele disse que, com a mudança do ambiente global, bancos centrais precisam reforçar a comunicação. Ueda sugeriu que a divergência de políticas pode gerar volatilidade nos mercados de câmbio e de juros.
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CENTCOM confirma ataques a sites de defesa aérea e instalações navais do Irã após tentativa frustrada de minagem no Estreito de Ormuz
O Comando Central dos EUA (CENTCOM) confirmou ataques contra alvos de defesa aérea e instalações navais do Irã, em resposta a uma tentativa frustrada de minagem no Estreito de Ormuz. Os preços do petróleo vêm subindo ao longo da semana e se aproximam do nível mais alto em mais de um mês, com o mercado precificando uma interrupção prolongada das exportações em vez de uma desescalada rápida. Operadores concentram atenção no tamanho do bloqueio naval dos EUA em torno de portos iranianos e no risco de novas tentativas de minagem no estreito.
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Falha técnica atrasa dados de produção de petróleo dos EUA divulgados pela EIA
A Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA) adiou a divulgação de dados sobre a produção de petróleo dos EUA por causa de uma falha técnica. O atraso deixa operadores e formuladores de política pública sem a leitura oficial mais detalhada sobre produção, importações, exportações e volumes por estado por, no mínimo, várias semanas. A lacuna ganha peso num cenário de oferta já apertada, com a Reserva Estratégica de Petróleo no menor nível em 44 anos e embarques pelo Estreito de Ormuz ainda afetados pelo conflito entre EUA e Irã. Ainda assim, o Weekly Petroleum Status Report continua fornecendo os principais números de estoques e oferta, evitando que o mercado fique sem referência.
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