Band Protocol é uma rede de oráculos descentralizada criada para conectar contratos inteligentes com dados do mundo real. Muitos aplicativos blockchain, especialmente em DeFi, jogos e mercados de previsão, precisam de informações externas precisas, como preços de ativos, resultados esportivos ou dados climáticos. O Band Protocol resolve esse problema fornecendo dados confiáveis e resistentes a adulterações para blockchains de maneira que requer mínima confiança.
No núcleo do Band Protocol está o BandChain, uma blockchain dedicada construída com o SDK do
Cosmos. As solicitações de dados são enviadas ao BandChain, onde um conjunto descentralizado de validadores coleta dados de vários provedores, os agrega e chega a um consenso sobre o resultado final. Esse design permite que o Band processe solicitações de oráculos de forma rápida e eficiente, mantendo a interoperabilidade com várias blockchains, como
Ethereum,
BNB Chain e outras redes baseadas no Cosmos.
O token BAND alimenta todo o ecossistema. Validadores e delegadores fazem staking de BAND para proteger a rede e ganhar recompensas, enquanto os consumidores de dados pagam taxas em BAND pelos serviços do oráculo. O BAND também desempenha um papel na governança, permitindo que os detentores de tokens participem de atualizações do protocolo e mudanças de parâmetros, alinhando segurança da rede, incentivos e desenvolvimento de longo prazo.
Quando o Band Protocol Foi Lançado?
O Band Protocol foi fundado em 2017 pelos empreendedores de blockchain Soravis Srinawakoon, Sorawit Suriyakarn e Paul Nattapatsiri, com o objetivo de resolver o "problema do oráculo", trazendo dados do mundo real de forma segura para contratos inteligentes blockchain. O projeto lançou seu token ERC-20 e sua Oferta Inicial de Exchange (IEO) em setembro de 2019 no Binance Launchpad, marcando sua entrada oficial no ecossistema cripto. Pouco depois, a equipe migrou a rede do Ethereum para sua própria mainnet BandChain, construída com o SDK do Cosmos, em junho de 2020, permitindo serviços de oráculo mais rápidos, escaláveis e cross-chain que sustentam os aplicativos descentralizados de hoje.
Roadmap do Band Protocol: Principais Marcos e Desenvolvimentos
- 2019 — IEO e Lançamento do Token: O token BAND foi lançado no Binance Launchpad em setembro de 2019.
- 2020 — Lançamento da Mainnet: A mainnet do BandChain, ou Fase 0, entrou no ar no Cosmos em junho de 2020.
- 2021 — Fase 2 e Integração IBC: Atualizações contínuas para dados institucionais e capacidade cross-chain.
- 2025 — BandChain v3: Grandes atualizações de desempenho e multichain implementadas.
- 2025 — Rebranding para "Band": O projeto evolui com foco em infraestrutura de dados
IA e Web3.
- 2026 — Integração de Dados Globais e IA: O roadmap contínuo inclui expansão da rede global de dados e desenvolvimento de produtos de IA.
Para que Serve o Token BAND?
O token BAND é o ativo de utilidade central do Band Protocol. Ele é usado para staking e segurança da rede, onde validadores e delegadores fazem staking de BAND para proteger o BandChain e ganhar recompensas, para pagamento de taxas de dados do oráculo e para governança on-chain, permitindo que os detentores de tokens votem em atualizações de protocolo, parâmetros e mudanças no ecossistema. Ao vincular precisão de dados, incentivos econômicos e governança, o BAND ajuda a manter a rede de oráculos descentralizada, confiável e resistente a manipulações.
Você pode negociar tokens BAND no
mercado à vista da BingX comprando ou vendendo o par de trading
BAND/USDT usando gráficos de preços em tempo real e tipos de ordens como
ordens a mercado e limitadas. A BingX também permite que você gerencie seus BANDs diretamente na plataforma, facilitando a negociação, o acompanhamento de preços e a resposta aos movimentos do mercado em um só lugar.
Qual é a Tokenomics do Band Protocol?
O Band Protocol tem um fornecimento máximo de token de 100 milhões de BAND, com a maioria já em circulação em janeiro de 2026. O BAND usa um modelo de staking inflacionário, onde novos tokens são emitidos gradualmente como recompensa para validadores e delegadores que protegem a rede. Esse cronograma de emissão controlado foi projetado para equilibrar a segurança de longo prazo da rede com um crescimento previsível da oferta, enquanto a participação no staking ajuda a reduzir a oferta líquida disponível no mercado aberto.
Como o Band Protocol é Diferente do Chainlink e Outros Oráculos?
O Band Protocol difere do
Chainlink e de muitas outras soluções de oráculo principalmente em sua arquitetura. O Band opera sua própria blockchain dedicada, o BandChain, construída no SDK do Cosmos, onde os dados são agregados e verificados na camada base antes de serem entregues aos contratos inteligentes. Essa abordagem permite que o Band ofereça finalidade de dados mais rápida, custos mais baixos e previsíveis e compatibilidade nativa
cross-chain, em vez de depender inteiramente de execuções de oráculo
on-chain dentro de uma única plataforma de contrato inteligente.
Em contraste, o Chainlink e oráculos semelhantes normalmente operam diretamente em blockchains hospedeiras como o Ethereum, o que pode resultar em taxas de
gas mais altas durante a congestão da rede. O Band Protocol também enfatiza
feeds de dados personalizáveis e
scripts de oráculo amigáveis para empresas, tornando-o adequado para aplicações DeFi,
gaming e Web3 que exigem atualizações de dados frequentes ou em grande escala em várias cadeias. Embora ambos os modelos visem fornecer dados seguros e descentralizados, o design de cadeia independente e o foco multi-cadeia do Band o diferenciam em termos de eficiência e interoperabilidade.
Em Qual Rede Blockchain o Band Protocol Opera?
O Band Protocol opera no BandChain, uma blockchain feita sob medida desenvolvida usando o SDK do Cosmos. O BandChain funciona como uma rede independente de
proof-of-stake, onde as solicitações de dados do oráculo são validadas, agregadas e finalizadas por validadores descentralizados antes de serem entregues a outras blockchains. Por meio de padrões de interoperabilidade como IBC e pontes externas, o Band Protocol suporta entrega de dados para múltiplos ecossistemas, incluindo
Ethereum,
BNB Chain e outras redes baseadas no Cosmos, permitindo serviços de oráculo eficientes e
cross-chain.
Quais Carteiras Suportam Tokens BAND?
Você pode armazenar BAND diretamente na BingX, que é a opção mais conveniente para traders ativos. Manter BAND na BingX permite que você compre, venda e gerencie seus tokens facilmente em um só lugar, com acesso rápido ao trading à vista, acompanhamento de preços em tempo real e saques sempre que precisar.
Para usuários que preferem
self-custody (auto-custódia), o BAND também é suportado por várias carteiras externas populares. Sendo um token ERC-20 e um ativo baseado no Cosmos, o BAND pode ser armazenado em carteiras como
MetaMask e
Trust Wallet para uso diário, bem como em
hardware wallets (carteiras físicas) como
Ledger para armazenamento de longo prazo e offline. Essas opções dão a você controle total sobre suas chaves privadas e são adequadas se você planeja fazer
staking, interagir com dApps ou guardar BAND fora de uma exchange.
Band Protocol (BAND) é um Bom Investimento?
Os investidores costumam ver o Band Protocol como uma oportunidade atraente porque aborda uma necessidade fundamental na Web3: acesso seguro e descentralizado a dados do mundo real para contratos inteligentes, o que é crucial para DeFi, gaming, IA e outros casos de uso blockchain. A arquitetura cross-chain e a entrega eficiente de dados do Band podem atrair desenvolvedores e projetos em busca de serviços de oráculo confiáveis, potencialmente aumentando a demanda pelo BAND ao longo do tempo.
Além disso, o papel do token no staking, governança e segurança da rede alinha os incentivos entre os detentores e o crescimento do ecossistema, enquanto inovações como feeds que preservam a privacidade e camadas de dados de IA podem expandir sua utilidade em mercados emergentes. No entanto, como acontece com todas as criptomoedas, o potencial de investimento do BAND depende da adoção mais ampla de sua tecnologia e das condições de mercado, e carrega volatilidade e risco inerentes.